Então, hoje o Diogo fez uma lista de coisas que eu tenho que fazer. A propósito, se você já viu meu blog a essa altura, você deve me achar mais viadinho ainda.
1 - Parar de pedir desculpas
2 - Não ser viadinho (parar com o mimimi)
3 - Não se importar
4 - Levar na prática as morais da Disney
5 - Se divertir mais - muito mais
"É preciso ter o caos dentro de si para dar à luz a uma nova estrela." Nietzsche
Clicadas
quinta-feira, 22 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
A propósito,
vale um post o quote da minha mais nova paixão acadêmica: meu bom velhinho fofo professor de História da Ilustração, Guilherme Pereira. Hoje, ao falar como sempre e como também não poderia deixar de ser nesse curso, do século XVIII e seus intelectuais, seus debates, discussões etc e blábláblá, ele disse:
"Curioso que o brasileiro não sabe discutir. Assim que alguém diz algo com o qual ele não concorda, ele desqualifica a outra pessoa, diz que o outro não sabe do que tá falando, e encerra o debate ali."
Tudo bem que eu acredito que isso acontece em todo lugar, e na historiografia é assim também. Se eu quiser criticar algum historiador anterior a mim, é "só" pesquisar a vida dele e escrever um texto bom e convincente o bastante defendendo que o que ele disse não "vale" porque de algum jeito ele estava confinado à visão de História do seu momento/espaço/whatever e que pra se fazer uma História melhor tem que levar isso, aquilo e aquilo outro em conta e tchabum, eu tenho uma crítica minimamente respeitável e se pá, desqualifiquei o outro cara pro debate que ele fazia.
Ok, nem tanto assim, mas deu pra pegar o espírito da coisa.
"Curioso que o brasileiro não sabe discutir. Assim que alguém diz algo com o qual ele não concorda, ele desqualifica a outra pessoa, diz que o outro não sabe do que tá falando, e encerra o debate ali."
Tudo bem que eu acredito que isso acontece em todo lugar, e na historiografia é assim também. Se eu quiser criticar algum historiador anterior a mim, é "só" pesquisar a vida dele e escrever um texto bom e convincente o bastante defendendo que o que ele disse não "vale" porque de algum jeito ele estava confinado à visão de História do seu momento/espaço/whatever e que pra se fazer uma História melhor tem que levar isso, aquilo e aquilo outro em conta e tchabum, eu tenho uma crítica minimamente respeitável e se pá, desqualifiquei o outro cara pro debate que ele fazia.
Ok, nem tanto assim, mas deu pra pegar o espírito da coisa.
2 anos
Hoje é dia 19 de março.
Há 2 anos, numa sexta-feira, num tempo vago, uma semana depois de um passeio ao Riocentro para uma exposição de cursos do SENAI, eu fiz algo absurdo que até hoje eu não faço idéia (essa semana um amigo da faculdade corrigiu o meu acento em "idéia"; bem, eu me recuso a mudar o meu jeito de escrever) de onde eu tirei coragem: beijei um garoto da minha sala sem nenhum aviso prévio.
No dia 12 de abril começamos a namorar meio que sem querer, só porque a idéia parecia boa e já era isso que estávamos fazendo mesmo. Eu tinha 16 anos então e como alguém dessa idade no ensino médio, uma cabeça vazia mas que se achava bem alimentada.
Hoje, 2 anos depois desse beijo inusitado, eu e o Eliseu Ferreira permanecemos juntos.
Agora, por que escrever sobre isso?
- Porque eu acho que estava mais do que na hora de eu oficializar pra mim o que eu penso e que só converso com o Eliseu ou com um amigo da faculdade: estou feliz e sem dúvidas. Parece que se eu falar isso alto, ou seja, escrever num blog mesmo que ninguém leia, parece que é mais sério. Sem falar naquele papo de que discutir "traumas" ou situações intensas passadas nos ajuda a organizar como nos sentimos sobre isso; eu concordo com esse papo.
[Esse parágrafo me fez pensar nessa música: http://www.youtube.com/watch?v=KZK6kVagCuI]
Eu sempre gostei de romances, cresci com comédias românticas.
As pessoas mais próximas a mim sempre foram feministas, o maior exemplo disso é a minha mãe, um dos seres mais independentes que eu conheço, e de quem eu dependo tanto que me dá até medo. Portanto era impossível que eu não fosse feminista também.
Pois bem, falo de feminismo porque muitas vezes isso nos leva (nós mulheres) a, quando pensar em relacionamentos, colocar obstáculos DEMAIS até chegar ao ápice (ou algo tido como tal) do relacionamento. Aqui quero citar e/ou desenvolver alguns pontos sobre o assunto:
- Eu estava comentando com esse amigo, Diogo, enquanto tomávamos café antes das nossas aulas, sobre um texto que li no facebook ontem. Sob o título "Os homens", aparentemente escrito por uma mulher para outras mulheres, entre várias coisas, dizia por exemplo: "- Não continue (a relação) porque você acha que "ela vai melhorar". Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores."; "- Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo."; "- Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você... Mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.". E por aí vai. A opinião do Diogo é que o problema disso é medo. Eu e Eliseu concordamos.
Para ser mais categórica... os determinismos do texto, as afirmações que não dão espaço à outras possibilidades, perigosíssimas generalizações, são óbvias. Mas para eu realmente dizer o que eu quero: como, Deus, como, uma garota pode se permitir amar, amar de fato, amar loucamente e sem restrições, de fato se entregar a alguém e dar a esse alguém a chance de se entregar totalmente também, se ela parar pra pensar e produzir todos esses empecilhos? Esse texto que mostra uma "doutrina" que eu associo ao feminismo por preguiça de pensar mais, atrapalha as mulheres muito mais do que ajuda (quando você tem um bom namorado; eu não sei como é ter um cafajeste; se eu tivesse tido um cafajeste, esse texto talvez jamais fosse escrito e eu concordaria com a autora)
Durante o texto, ele passa a idéia de que você tem que passar por vários estágios de ficar "um passo atrás da linha de perigo" (palavras minhas) até realmente se entregar, até realmente ser de um homem. Isso me leva ao segundo ponto.
- Eu penso nisso até quando eu estou naqueles momentos melosos com meu namorado e falamos coisas do tipo "nós vamos ser muito felizes". Temos que parar de pensar em termos de finalidades, parar de pensar em "vamos". Não podemos levar a vida fazendo as coisas só pelo que elas irão nos fornecer ao final delas. Por exemplo, eu quero trabalhar num emprego bom o bastante para me dar a chance de viajar com conforto. Talvez engenharia (muito provavelmente, na verdade) tenha uma probabilidade muito maior de me dar isso do que História. Mas eu provavelmente seria infeliz a cada momento que eu olhasse uma equação, um desenho, qualquer coisa. Já em História, eu fico com cara de apaixonada lendo os textos (infelizmente não todos, mas nada é perfeito). Então, como eu não posso pensar nas coisas só em termos de finalidade, eu faço História porque eu posso ser feliz no final, e sou feliz durante. É o bom e velho Carpe Diem. Aproveite o dia. Ele é a única coisa certa afinal de contas. Deixar de se divertir hoje porque você quer fazer isso amanhã não é sábio; não aos meus olhos, pelo menos, obviamente. Então: acredito que não seja sábio colocar tantos obstáculos na frente dos relacionamentos, porque se você faz isso, pode perder chances de ser feliz ou de no mínimo se divertir muito mais; e, na pior das hipóteses, não perceber que chegou o tal momento onde já se provou tudo que esperava (no exemplo, que o rapaz merece a entrega total da garota).
Tudo isso foi só para articular em forma de texto, porque assim eu também articulo melhor o meu pensamento, como eu penso agora, as minhas atuais crenças. E pra dizer que eu aprendi o que eu acho que eu precisava pra poder ser feliz no meu namoro.
O meu namoro não é perfeito. É cheio de defeitos. Eu e ele brigamos umas 5 vezes por semana. Umas duas vezes um pouco mais sérias. Falamos umas besteiras, e até terminamos de vez enquando. Ele me dá nos nervos como nenhuma outra pessoa na face da terra dá. Confesso que quando ele me irrita fico planejando não falar com ele o dia seguinte inteiro, só por vingança.
Mas o que eu aprendi é que em vez de achar que tudo isso prova que meu relacionamento é defeituoso, que eu não o amo, que eu estaria melhor com outra pessoa, que meu namoro é o único assim e o pior... eu aprendi que isso é normal. Faz parte. Ele é quem eu quero que fique do meu lado, mais perto do que ninguém jamais esteve, pela minha vida inteira. Parece-me muito justo que o meu relacionamento com ele seja então o mais complicado, o que merece mais cuidado. Nós tentamos ser um só e por mais que fôssemos o mais parecido possível, ainda não seríamos parecidos o bastante.
O que importa é que afinal de contas eu amo as nossas brigas, porque eu amo fazer as pazes. Porque eu amo ouvir você, amor, me pedir desculpa com aquela voz doce de quem se sente culpado por ter chateado a sua garota, mesmo que a gente tenha que falar muita besteira até eu ouvir essa minha voz favorita.
Eu aprendi, acredito agora, que garotas são assim complicadas que nem eu mesmo. Eu não sou mais complicada que ninguém. Eu sou mulher. Eu quero muita atenção, eu quero me sentir uma rainha, eu quero ser tratada com a maior quantidade suportável de carinho no universo. (Outra coisa típica da educação feminina ultimamente: somos mais ensinadas que temos que receber carinho, adoração e etc do que dar isso) Eu quero presentes, eu quero ser levada pra sair. Às vezes eu faço você se sentir mal por querer demais. Mas isso passa, e a gente sabe o que fica. Afinal eu vou estar sempre do seu lado assistindo alguma série bizarra deitada num colchão da sua casa, e me queimando fazendo pipoca doce sem saber direito.
Nós fizemos coisas um ao outro que achávamos que jamais seríamos capazes de fazer com alguém no mundo. Coisas ruins, e coisas boas. Esse aniversário de 2 anos juntos, e nós dois mais felizes do que jamais estivemos, muito mais felizes do que até o mítico início de namoro, é a maior prova do que viemos lutando até agora: de que nós nos amamos. Eu não preciso dizer o que eu acho do amor agora. Ele tá entranhado em cada linha aqui. É amor que me fez escrever isso.
Obrigada, meu amor, pelas coisas boas, mas principalmente pelas ruins.
Muse - Invincible
http://www.youtube.com/watch?v=D_5V8We3hgg
Renata Aquino, 19/03/2012, 23:05h.
Há 2 anos, numa sexta-feira, num tempo vago, uma semana depois de um passeio ao Riocentro para uma exposição de cursos do SENAI, eu fiz algo absurdo que até hoje eu não faço idéia (essa semana um amigo da faculdade corrigiu o meu acento em "idéia"; bem, eu me recuso a mudar o meu jeito de escrever) de onde eu tirei coragem: beijei um garoto da minha sala sem nenhum aviso prévio.
No dia 12 de abril começamos a namorar meio que sem querer, só porque a idéia parecia boa e já era isso que estávamos fazendo mesmo. Eu tinha 16 anos então e como alguém dessa idade no ensino médio, uma cabeça vazia mas que se achava bem alimentada.
Hoje, 2 anos depois desse beijo inusitado, eu e o Eliseu Ferreira permanecemos juntos.
Agora, por que escrever sobre isso?
- Porque eu acho que estava mais do que na hora de eu oficializar pra mim o que eu penso e que só converso com o Eliseu ou com um amigo da faculdade: estou feliz e sem dúvidas. Parece que se eu falar isso alto, ou seja, escrever num blog mesmo que ninguém leia, parece que é mais sério. Sem falar naquele papo de que discutir "traumas" ou situações intensas passadas nos ajuda a organizar como nos sentimos sobre isso; eu concordo com esse papo.
[Esse parágrafo me fez pensar nessa música: http://www.youtube.com/watch?v=KZK6kVagCuI]
Eu sempre gostei de romances, cresci com comédias românticas.
As pessoas mais próximas a mim sempre foram feministas, o maior exemplo disso é a minha mãe, um dos seres mais independentes que eu conheço, e de quem eu dependo tanto que me dá até medo. Portanto era impossível que eu não fosse feminista também.
Pois bem, falo de feminismo porque muitas vezes isso nos leva (nós mulheres) a, quando pensar em relacionamentos, colocar obstáculos DEMAIS até chegar ao ápice (ou algo tido como tal) do relacionamento. Aqui quero citar e/ou desenvolver alguns pontos sobre o assunto:
- Eu estava comentando com esse amigo, Diogo, enquanto tomávamos café antes das nossas aulas, sobre um texto que li no facebook ontem. Sob o título "Os homens", aparentemente escrito por uma mulher para outras mulheres, entre várias coisas, dizia por exemplo: "- Não continue (a relação) porque você acha que "ela vai melhorar". Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores."; "- Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo."; "- Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você... Mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.". E por aí vai. A opinião do Diogo é que o problema disso é medo. Eu e Eliseu concordamos.
Para ser mais categórica... os determinismos do texto, as afirmações que não dão espaço à outras possibilidades, perigosíssimas generalizações, são óbvias. Mas para eu realmente dizer o que eu quero: como, Deus, como, uma garota pode se permitir amar, amar de fato, amar loucamente e sem restrições, de fato se entregar a alguém e dar a esse alguém a chance de se entregar totalmente também, se ela parar pra pensar e produzir todos esses empecilhos? Esse texto que mostra uma "doutrina" que eu associo ao feminismo por preguiça de pensar mais, atrapalha as mulheres muito mais do que ajuda (quando você tem um bom namorado; eu não sei como é ter um cafajeste; se eu tivesse tido um cafajeste, esse texto talvez jamais fosse escrito e eu concordaria com a autora)
Durante o texto, ele passa a idéia de que você tem que passar por vários estágios de ficar "um passo atrás da linha de perigo" (palavras minhas) até realmente se entregar, até realmente ser de um homem. Isso me leva ao segundo ponto.
- Eu penso nisso até quando eu estou naqueles momentos melosos com meu namorado e falamos coisas do tipo "nós vamos ser muito felizes". Temos que parar de pensar em termos de finalidades, parar de pensar em "vamos". Não podemos levar a vida fazendo as coisas só pelo que elas irão nos fornecer ao final delas. Por exemplo, eu quero trabalhar num emprego bom o bastante para me dar a chance de viajar com conforto. Talvez engenharia (muito provavelmente, na verdade) tenha uma probabilidade muito maior de me dar isso do que História. Mas eu provavelmente seria infeliz a cada momento que eu olhasse uma equação, um desenho, qualquer coisa. Já em História, eu fico com cara de apaixonada lendo os textos (infelizmente não todos, mas nada é perfeito). Então, como eu não posso pensar nas coisas só em termos de finalidade, eu faço História porque eu posso ser feliz no final, e sou feliz durante. É o bom e velho Carpe Diem. Aproveite o dia. Ele é a única coisa certa afinal de contas. Deixar de se divertir hoje porque você quer fazer isso amanhã não é sábio; não aos meus olhos, pelo menos, obviamente. Então: acredito que não seja sábio colocar tantos obstáculos na frente dos relacionamentos, porque se você faz isso, pode perder chances de ser feliz ou de no mínimo se divertir muito mais; e, na pior das hipóteses, não perceber que chegou o tal momento onde já se provou tudo que esperava (no exemplo, que o rapaz merece a entrega total da garota).
Tudo isso foi só para articular em forma de texto, porque assim eu também articulo melhor o meu pensamento, como eu penso agora, as minhas atuais crenças. E pra dizer que eu aprendi o que eu acho que eu precisava pra poder ser feliz no meu namoro.
O meu namoro não é perfeito. É cheio de defeitos. Eu e ele brigamos umas 5 vezes por semana. Umas duas vezes um pouco mais sérias. Falamos umas besteiras, e até terminamos de vez enquando. Ele me dá nos nervos como nenhuma outra pessoa na face da terra dá. Confesso que quando ele me irrita fico planejando não falar com ele o dia seguinte inteiro, só por vingança.
Mas o que eu aprendi é que em vez de achar que tudo isso prova que meu relacionamento é defeituoso, que eu não o amo, que eu estaria melhor com outra pessoa, que meu namoro é o único assim e o pior... eu aprendi que isso é normal. Faz parte. Ele é quem eu quero que fique do meu lado, mais perto do que ninguém jamais esteve, pela minha vida inteira. Parece-me muito justo que o meu relacionamento com ele seja então o mais complicado, o que merece mais cuidado. Nós tentamos ser um só e por mais que fôssemos o mais parecido possível, ainda não seríamos parecidos o bastante.
O que importa é que afinal de contas eu amo as nossas brigas, porque eu amo fazer as pazes. Porque eu amo ouvir você, amor, me pedir desculpa com aquela voz doce de quem se sente culpado por ter chateado a sua garota, mesmo que a gente tenha que falar muita besteira até eu ouvir essa minha voz favorita.
Eu aprendi, acredito agora, que garotas são assim complicadas que nem eu mesmo. Eu não sou mais complicada que ninguém. Eu sou mulher. Eu quero muita atenção, eu quero me sentir uma rainha, eu quero ser tratada com a maior quantidade suportável de carinho no universo. (Outra coisa típica da educação feminina ultimamente: somos mais ensinadas que temos que receber carinho, adoração e etc do que dar isso) Eu quero presentes, eu quero ser levada pra sair. Às vezes eu faço você se sentir mal por querer demais. Mas isso passa, e a gente sabe o que fica. Afinal eu vou estar sempre do seu lado assistindo alguma série bizarra deitada num colchão da sua casa, e me queimando fazendo pipoca doce sem saber direito.
Nós fizemos coisas um ao outro que achávamos que jamais seríamos capazes de fazer com alguém no mundo. Coisas ruins, e coisas boas. Esse aniversário de 2 anos juntos, e nós dois mais felizes do que jamais estivemos, muito mais felizes do que até o mítico início de namoro, é a maior prova do que viemos lutando até agora: de que nós nos amamos. Eu não preciso dizer o que eu acho do amor agora. Ele tá entranhado em cada linha aqui. É amor que me fez escrever isso.
Obrigada, meu amor, pelas coisas boas, mas principalmente pelas ruins.
Muse - Invincible
http://www.youtube.com/watch?v=D_5V8We3hgg
Renata Aquino, 19/03/2012, 23:05h.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Friday night
Como eu queria que fosse a minha sexta-feira à noite (entenda-se aqui como a partir das 21h): pizzaria com namorado e amigos nerds falando sobre jogos que eu nunca joguei e besteiras absurdas, fazendo misturas com os restos de refrigerante da mesa. Queria me divertir de um jeito adolescente enquanto parece que eu posso, enquanto a faculdade não me mata...
Ligação
Ontem à noite, 15/03, liguei para o meu namorado:
- Oi, amor!
- Oi, amor!
- Tudo bem? Tá fazendo o que?
- Tudo, tô aqui na frente de casa.
- Ah, tá...
- O que foi?
- Nada, tô ligando só por ligar mesmo...
- Você tá procrastinando, não tá?
- Hein? O que é isso?
- É quando você não faz algo que você deveria estar fazendo. Você deveria estar estudando.
- Mas amor...
- Nada, vai estudar.
- Oi, amor!
- Oi, amor!
- Tudo bem? Tá fazendo o que?
- Tudo, tô aqui na frente de casa.
- Ah, tá...
- O que foi?
- Nada, tô ligando só por ligar mesmo...
- Você tá procrastinando, não tá?
- Hein? O que é isso?
- É quando você não faz algo que você deveria estar fazendo. Você deveria estar estudando.
- Mas amor...
- Nada, vai estudar.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Harry Potter O Fim de uma Era [Tributo]
Hoje eu vi esse vídeo que o Oclumência postou no facebook (abaixo).
Eu não vejo esses vídeos de tributo, vídeo de retrospectiva, trailer, ou qualquer coisa. Eu não consigo rever nada da série. Eu vi os dois últimos filmes no cinema, comprei os dois dvds que vieram com o documentário Quando Harry deixou Hogwarts, e não vi nada. Não consigo. É doloroso demais rever algo que acabou. Eu sou melancólica, gosto de ver filmes que me deixam melancólica porque geralmente é um sentimento que eu até aprecio... mas com Harry Potter é pesado demais. Eu me sinto extremamente orgulhosa por ter sido dessa geração, mas me sinto pesada demais pelos bons tempos de ansiosidade dos filmes, e etc. O interessante é que em poucos momentos eu fui o tipo de fã de entrar em site todo dia, acompanhar fielmente lançamento de fotos e trailers. Eu acompanhava mas nem tanto assim. Mas mesmo assim, mesmo não parecendo tão "presa" à série, eu sou presa à estória. Sempre serei. E não sei quando vou conseguir rever os filmes.
Por acaso, fui assistir esse tributo hoje, apesar de não ter esse costume. Chorei e agora estou aqui precisando colocar pra fora...
http://www.youtube.com/watch?v=CgWiF_ae-D4
Eu não vejo esses vídeos de tributo, vídeo de retrospectiva, trailer, ou qualquer coisa. Eu não consigo rever nada da série. Eu vi os dois últimos filmes no cinema, comprei os dois dvds que vieram com o documentário Quando Harry deixou Hogwarts, e não vi nada. Não consigo. É doloroso demais rever algo que acabou. Eu sou melancólica, gosto de ver filmes que me deixam melancólica porque geralmente é um sentimento que eu até aprecio... mas com Harry Potter é pesado demais. Eu me sinto extremamente orgulhosa por ter sido dessa geração, mas me sinto pesada demais pelos bons tempos de ansiosidade dos filmes, e etc. O interessante é que em poucos momentos eu fui o tipo de fã de entrar em site todo dia, acompanhar fielmente lançamento de fotos e trailers. Eu acompanhava mas nem tanto assim. Mas mesmo assim, mesmo não parecendo tão "presa" à série, eu sou presa à estória. Sempre serei. E não sei quando vou conseguir rever os filmes.
Por acaso, fui assistir esse tributo hoje, apesar de não ter esse costume. Chorei e agora estou aqui precisando colocar pra fora...
http://www.youtube.com/watch?v=CgWiF_ae-D4
quarta-feira, 7 de março de 2012
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